quarta-feira, 28 de julho de 2010

ELISABETE VANESSA



Existem algumas pessoas que marcam a vida da gente, e ficam como cicatriz mesmo ... A Vanessa eh uma dessas, tantas histórias, tantos momentos, vivemos alegrias, tristezas, mas o mais importante, NÓS VIVEMOS! E apesar do tempo que passou as memórias são tão recentes...
Viagens para o sitio TODO final de semana
Não me lembro de ter passado essa epóca sem te-la visto um dia sequer, nos vimaos todos os dias, assim como nossas mãe eramos inseparaveis...
Quantas descobertas fizemos juntas, me lembro que estava com ela quando ela ficou "mocinha" e fui eu quem ensinou com ela deveria fazer! rsrs
Me lembro das tardes no "Merlyn", dos finais de semana na Riviera, das noitadas engraçadas, dos passeios, dos amigos que entravam e saiam das nossas vidas!
Me lembro especialmente da familia dela, que era uma extensão da minha minha
Ficmos um tempo sem nos ver, a vida seguiu caminhos diferentes (nunca por vontade nossa) mas o que vivemos esta sempre aqui...
Ela eh e sempre vai ser a Van, apesar de quase todos os amigos a chamarem de Beth, eu não consigo ve-la assim, pra mim será sempre a Vanessa, com a risada mais escandalosa do mundo, o coração enorme, que gosta de colocar mascras e assustar crincinhas (lemra disso??, rsrs)

Van, amo vc
sempre

sexta-feira, 23 de julho de 2010

QUERO VE-LA SORRIR...



Em busca de ideias para animar a minha tarde, me lembrei de alguns momentos em que lavei a alma com músicas bregas!!hahahaha
Seus problemas acabaram!!!!! Pelo menos no que depender do repertório abaixo. De gosto duvidoso, claro, mas de levantar qualquer astral. E divertir qualquer dia sem graça. Vamos lá:

1) Fogo e paixão. TUUUUUUUDO!!! Acho essa música muito fofa e adoro cantar: E quando sai de mim, leva meu coração, você é fogo, eu sou paixão...

2) Vou tirar você desse lugar. Gente, essa canção conta uma história de amor incrível, a de um cara que se apaixona por uma prostituta e, sem medo de ser feliz, decide encarar o romance. Não é o máximo? Só quem não tem coração pode desdenhar. Salve Odair José!!!

3) Conga, Conga, Conga. Nada pode ser mais brega do que a Gretchen gemendo enquanto canta, mas, fala sério, você já viu alguma pista não bombar ao som desse hit?

4) Como uma deusa. Eu sei, a letra não faz o menor sentido, mas, vamos combinar, que mulher não se sente maravilhosa brincando de ser deusa com Rosana? Eu me sinto, hahaha!!!

5) O meu sangue ferve por você. Sidney Magal é meu ídolo forever (devidamente homenageado na foto acima). Sem falar que Ah, eu te amo. Ah, eu te amo, Ah, eu te amo: o meu sangue ferve por você são versos caprichados.
6) Caminhoneiro. Fico com o coração apertado quando ouço: Todo dia quando pego a estrada, quase sempre a madrugada, o meu amor aumenta mais... Tão cafona e tão bonito, né? Adoro Roberto Carlos.
7) Você não me ensinou a te esquecer. Clássico brega que bombou ao ser regravado por Caetano Veloso. Agora que faço eu da vida sem você, você não me ensinou a te esquecer...Lindo, lindo.

8) Nuvem de lágrimas. Ah, jeito triste de ter você. Longe dos olhos e dentro do meu coração. Me ensina a te esquecer. Ou venha logo e me tire dessa solidão... Adoro letras passionais com arranjos escandalosos e os vozeirões de Fafá de Belém e Chitãozinho e Xororó para completar. O máximo.

9) A raposa e as uvas. Reginal Rossi explodiu em todo o país com Garçom. Mas, para mim, o melhor da obra dele é uma musiquinha fofa que começa com Lembro com muita saudade daquele bailinho, onde a gente dançava bem agarradinho, onde a gente ia mesmo é pra se abraçar...

10) Lua de cristal. Falem o que quiserem da Xuxa: eu era fã (veja bem ERA), não posso negar. E, até hoje, acho essa canção uma ode ao empreendedorismo, de verdade. Uma mensagem de estímulo à perseverança e à conquista dos nossos objetivos. Adoro. Com direito a, junto com mais três amigas, ter subido no palco de um karaokê com banda ao vivo, lá em Paraty (saudades, saudades), e soltar a voz cantando: Lua de cristal, que me faz sonhar, faz de mim estrela, que eu já sei brilhar... Para ser honesta, a primeira reação da platéia diante de tal causação foi o silêncio (vai ver estavam pensando se não era o caso de vaiar, hahaha!!!), quebrado por um coro ainda na metade da nossa performance. Ao final, fomos aplaudidíssimas.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

TUDO MUDA


Tenho pensado muito. Em muitas coisas diferentes. Pensado em como as pessoas às vezes fazem questão de serem estranhas, pensado em como as meninas hj em dia não são mais meninas, pensado em como venho envelhecendo com tamanha pressa. O último item talvez seja o que mais me assusta. Não q os outros não assustem, mas o fato de envelhecer não me cai bem. Não só pelas rugas e marcas de expressão que vão começar a surgir pelo meu rosto, mas principalmente pelo fato de não conseguir mais olhar a vida com os mesmo olhos de antes. Será que me faço entender ? Não sei...
Todos os dias vou para o mesmo lugar, aos finais de semana ( e alguns dias da semana), namoro, festinhas e jantares. Os mesmos amigos. Mesmos tudo... Tudo igual. Lembro-me que até bem pouco tempo atrás, nunca achei nada "igual", mesmo quando a rotina insistia em bater a minha porta... Agora, meus olhos mudaram, penso eu. Minha mente fica cheia de imagens antigas, como se num passe de mágica eu me desconectasse daquele daquele "bendito" sacolejar da adolescencia e me transportasse pra outras épocas, Imagens, sons, risos, cenas... coisas tão boas... mas tão passadas. Vividas há tanto tempo... Deus meu, como é ruim envelhecer e perceber o frescor e a vitalidade daqueles que ainda não envelheceram. Me pergunto: será que ainda tenho solução ?

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Meu animal é gente!



Não se nasce gente, torna-se gente. “Tenha modos, menina, tome juízo. Não perca a cabeça, seja obediente. Amadureça!”. Crescemos ouvindo conselhos sobre como fazer o nosso animal ser gente. À medida que envelhecemos, somos cada vez menos animal e cada vez mais gente. Aprendemos a domar os instintos, racionalizar os sentimentos.
Um bebê só sente. Chora quando quer comer. Sorri quando sente cócegas. Faz cocô e xixi quando dá vontade. Berra quando sente dor. Já um adulto pode muito bem sorrir quando sente dor. E chorar quando está feliz. Fingir que sente. Ou que não sente. Isso é o que chamam amadurecer. É conseguir esfriar o sangue quando ele esquenta. Engolir o choro e segurar as merdas dentro da gente até o momento apropriado. É ser adequado. É ser agradável. Mesmo quando por dentro nos sentimos um lixo. Será que ser gente é ser menos coerente entre o que sentimos e o que pensamos para atingir um objetivo?

Até que chega um ponto na vida que, de repente, você sente que não se conhece. Você fica confusa. O mantra “seja você” fica martelando na sua cabeça, batendo de frente com o velho “tenha juízo”. Afinal, quem sou eu, o que desejo? Então, você bebe, faz dança de salão para se soltar, aula de ioga para se conectar com o eu interior, terapia para se questionar. Uma busca enlouquecida pelo lado animal, que ficou escondido e só escapa de vez em quando, quando não se quer, te deixando espantada com suas próprias atitudes tão, tão... inadequadas. Você se estranha. E surta porque não aceita que também é animal e a natureza é mais poderosa do que você.

Observo a minha cachorra. Ela fica na dela quando está cansada, mesmo quando eu estou carente e imploro por um carinho. Quando é o contrário, ela, por sua vez, não tem pudores de pedir carinho quando eu estou cansada sem o menor pique para sair do sofá. Não faz nada para me agradar, a não ser quando quer comida. Interesseira? Não, transparente. Ela não blefa, não seduz, não planeja, não tem estratégia. Nela eu confio.

Pois é, as pessoas geralmente amam animais, mas reprimem o seu animal interior e desgostam de quem o escancara. São cavalos, não têm inteligência emocional, descompensados. Mas, afinal, os equilibrados, maduros e espertos, na verdade só são tão gente pra conseguir o que há de mais animalesco – sexo. Sexo como símbolo de carinho, de amor, de recompensa. Como os animais. No fundo, somos todos iguais, seres humanos ou cachorros

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A VOZ DO POVO...



Para qualquer coisa que você queira acreditar, existe uma frase feita, que algum grego, romano, filósofo ou monge disse trocentos anos atrás. Elas vivem por aí, reproduzidas em livros de autoajuda, adornando mensagens de msn, de orkut, de facebook, de twitter, na boca do povo. Mas o fato de tantos sábios já terem feito afirmações tão conflitantes entre si, em vez de me consolar, me confunde e me deixa descrente de tudo.

Já ouvi dizer que “no fim tudo acaba bem, se não está bem, é que não é o fim”. Como também existe a célebre “tudo sempre pode piorar”. E aí? Qual delas é a verdade? Já escutei por aí que “só existem versões, a verdade não existe”. Como também já me disseram que o que vale é a “verdade de cada um”.

Quando algo inesperado acontece, tem sempre alguém que diz “não era pra ser...” na tentativa de te consolar. Mas logo penso na “No hay camino, el camino se hace”. Ai, meu Deus do céu... Tá escrito ou eu que escrevo? Assim não dá, poxa!

No final, é tudo poesia. Na prática, a gente vai levando do jeito que dá, se fiando no mais fácil, se agarrando à crença que nos deixa mais confiantes e felizes.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

ANDAR COM FÉ...


Sempre acreditei que toda vez que a gente entra numa igreja pela primeira vez, vê uma estrela cadente ou amarra no pulso uma fitinha de Nosso Senhor do Bonfim, pode fazer um pedido. Ou três. Sempre faço. Quando são três, em geral, esqueço dois. Um nunca esqueci. Um sempre pedi: amor.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Madonna - Cherish (Video)

Em um sentido um pouco menos literal , na minha interpretação pessoal, "cherish" é um amor diferente, é um sentimento de afeto daqueles.... tipo uma coisa que não sai da cabeça porque você não pode tirar do coração.

Música que diz tudo:

Em um sentido um pouco menos literal , na minha interpretação pessoal, "cherish" é um amor diferente, é um sentimento de afeto daqueles.... tipo uma coisa que não sai da cabeça porque você não pode tirar do coração.

Música que diz tudo:

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O AMOR...


"Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo o que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generoso têm, às pencas, bons motoristas e bom pais de família, ta assim, ó. Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é''
(Arnaldo Jabor)

E quanto mais clichê esse tipo de texto pode parecer, mais verdadeiro ele é. Se tudo fosse tão simples e matemático as pessoas magras, com dentes brancos, bons ouvintes e bem educadas estariam sempre acompanhadas e bem relacionadas com as pessoas escolhidas.
Mas o que importa nessa vida é a forma errada de fazer a coisa certa.
Não importa se a gente se conheceu na balada, não importa se a gente ficou com um amigo dele (ou com mais de um), não importa os erros do passado, a forma como ele tem um estilo diferente do meu. Não importa a música preferida e nem os defeitos de comportamento.
Importa o que ele me faz sentir. Como eu me sinto com ele.
Importam as expectativas. Importa o amor e a dedicação que a gente quer ter um com o outro. Importa olho no olha, mão na mão, boca na boca.
Importa o que tem dentro do coração.

P.S: Tô romântica não?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

NÃO EH UMA PENA..


Noutro dia, disse a uma amiga que a gente sabe quando será a última vez que vemos alguém. Não sei qto a vcs. Mas eu sempre soube escutar o silêncio do adeus iminente. Ele acontece num carinho diferente, num abraço ou numa simples frase: "que bom que a gente proporcionou prazer um ao outro". Poderia passar batido. Poderia soar como algo romântico. Mas não foi. No fundo, eu sabia o que aquilo muito provavelmente queria dizer. Podia ser inconsciente. Mas era uma manifestação. Seja ela qual fosse. Simples. Era.
Nas últimas vezes que nos falamos a despedida estava latente e não nos proporcionamos o tal prazer. Apenas o de jogar conversa fora. Mas não era mais a mesma coisa. Existe uma confluência quando a gte quer muito o outro. Mas quando já nao desejamos mais aquilo que pensamos desejar durante tanto tempo, surgem as questões. E a questão pra mim já era o que eu estava fazendo ali. Por que ainda estava jogando uma partida perdida.
Dali a dias, aconteceria o game over.
Provoquei uma resposta que não veio objetivamente. Mas, nas entrelinhas a ouvi. E por mais estranho que pareça, junto veio um alívio. Agora é 100% não. Mas 100% sim.
Nas últimos semanas me diverti muito. Tive dezenas de boas tardes de sexo, que por incrivel que pareça fora intensas. Chegamos a fazer planos para concretizar isso tudo. Pensamos muito em muitas coisas, em planos para um futuro. Quando, na verdade, eu sabia que nem havia presente.
O passado, no entanto, foi bom. Mas me sinto liberta de alguma forma. Liberta da necessidade de ter alguém pra conversar segredos. Liberta do SE. Pq SE é uma tormenta lenta, um maremoto que chega sorrateiro e nunca vai embora. SE é um talvez sem chance de sim. Entoa, pra nao ser exato, pq ser inóquo?
Este não é um texto de mágoa. Mas de constatação. Não é de desilusão. Mas de reprogramação. Quero um tempo só meu. Só pra mim. Me sinto num renascer. Com um profundo amor por mim e pelas coisas que conquistei e pela pessoa que me tornei. Não quero virar as costas pra mim e pras coisas que sinto. Mas tb não sei se quero abrir a guarda tao cedo outra vez. Um dia de cada vez. Um só por hoje para as coisas que não estao legais. Os doze passos pra felicidade plena. E um adeus sincero ao que já não faz parte da vontade.
Que a próxima última vez seja pra recomeçar do ponto de partida. Agora me sinta plena co quem amo. Tudo o que foi, mesmo sem ter sido tudo, foi válido.
Acabou.
Mas não é uma pena.